RESPOSTAS SOCIAIS

  • ERPI – Estrutura Residencial para Pessoas Idosas

A ERPI constitui-se como uma resposta social, destinada a alojamento coletivo num contexto de “residência assistida”, para pessoas com 65 anos ou mais, ou com menos idade em condições excecionais. Destina-se a pessoas que, por opção própria ou por inexistência de retaguarda familiar e/ou social, com dependências causadas por estado agravado de saúde do qual decorra a necessidade de cuidados médicos, de enfermagem, sociais e psicológicos, pretendem integração numa instituição.

Constituem-se como objetivos principais desta resposta:

  • Promover a qualidade de vida;
  • Proporcionar serviços permanentes a adequados à problemática biopsicossocial das pessoas idosas;
  • Contribuir para a estabilização ou retardamento do processo de envelhecimento;
  • Privilegiar a interação com a família e/ou significativos e com a comunidade, no sentido de otimizar os níveis de atividade e de participação social;
  • Promover estratégias de reforço da autoestima, de valorização e de autonomia pessoal e social, assegurando as condições de estabilidade necessárias para o reforço da sua capacidade autónoma para a organização das atividades da vida diária.

resp sociaisA Resposta Social de ERPI assegura prestação dos seguintes serviços: alojamento; alimentação; cuidados de higiene e conforto pessoal; cuidados de saúde; atividades de desenvolvimento pessoal (animação, atividades socioculturais e conforto espiritual, entre outras).

 

  • SAD – Serviço de Apoio Domiciliário

O Serviço de Apoio Domiciliário constitui uma resposta social organizada a que as pessoas em situação de dependência podem ter acesso para satisfação de necessidades básicas e específicas, apoio nas atividades instrumentais da vida quotidiana e atividades sócio recreativas. Este conjunto de serviços é prestado no domicílio habitual de vida do cliente, contribuindo para a promoção da sua autonomia e a prevenção de situações de dependência ou do seu agravamento.

Os objetivos da resposta social SAD visam proporcionar o bem-estar e o desenvolvimento individual dos clientes, num clima de segurança afetiva, física e psíquica, durante o tempo de utilização da resposta social, através de um atendimento individualizado e personalizado.

 

  • CAO – Centro de Atividades Ocupacionais

O Centro de Atividades Ocupacionais tem como objetivo contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência mental grave ou profunda e/ou deficiência motora, com idade superior a 16 anos, cujas capacidades não permitem, temporária ou permanentemente o exercício de uma atividade produtiva no mercado normal de trabalho e mesmo no âmbito do emprego protegido.

Esta resposta social tem como objetivos gerais estimular e facilitar o desenvolvimento possível ou a manutenção de capacidades físicas, psicológicas, psicomotoras e sociais da população que atende, bem como a promoção da sua autonomia pessoal e a sua máxima integração social. A sua finalidade é permitir às pessoas com deficiência a sua valorização pessoal e a sua integração na comunidade, o que se traduz também em ajuda às respetivas famílias. O Centro de Atividades Ocupacionais oferece um leque variado de atividades de inclusão permanentes e outras pontuais, que podem ser categorizadas como atividades socialmente úteis, atividades estritamente ocupacionais, atividades terapêuticas e de apoio especializado e atividades socioculturais.

 

  • LR – Lar Residencial

O Lar Residencial destina-se a pessoas com deficiência, com idade igual ou superior a 16 anos, com falta de retaguarda familiar capaz de prestar os cuidados devidos. Esta resposta social tem como princípio único a qualidade de vida dos clientes.

Os objetivos gerais do Lar Residencial são os seguintes:

  1. a) Disponibilizar alojamento e apoio residencial permanente ou temporário;
  2. b) Promover condições de vida e de ocupação que contribuam para o bem-estar e qualidade de vida adequadas às necessidades específicas dos clientes;
  3. c) Promover estratégias de reforço de autoestima e autonomia pessoal e social;
  4. d) Assegurar condições de estabilidade, reforçando a capacidade autonómica para a organização das atividades da vida diária;
  5. e) Prestar apoio na integração escolar, em centros de atividades ocupacionais, na formação profissional, no emprego protegido ou no acesso ao mercado normal de trabalho;
  6. f) Privilegiar a interação com a família e com a comunidade, no sentido da respetiva integração social.